DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE AREIA BRANCA
Instituído pela Lei Nº 952, de 17 de outubro de 2002
Alterada pela Lei Nº 1.111, de 18 de março de 2009
STPM JOTA MARIA - MOSSORÓ-RN, 31 DE MAIO DE 2024
DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE AREIA BRANCA
Instituído pela Lei Nº 952, de 17 de outubro de 2002
Alterada pela Lei Nº 1.111, de 18 de março de 2009
MARIA
ADELAIDE DE JESUS COSTA, Carioca, nascida em 1935 e faleceu em 31 de janeiro de 2020, casada
com o ex-prefeito de Areia Branca e médico, FRANCISCO FERNANDES DA COSTA, mais
conhecido por “Dr. Chico Costa”., nascido em
13 de janeiro de 1926 e faleceu em 25 de setembro 2001, filho de LUIZ
BATISTA DA COSTA (19/02/1890 – 08/06/1959) e MARIA FERNANDES DA COSTA
(09/10/1901 – 08/03/1970)
Adelaide Costa era muito querida em Areia Branca e tinha
participação ativa no cotidiano da cidade. Despontou no cenário político local
na década de 1970
Em 1972 teve seu nome lançado à Prefeitura de Areia Branca
com apoio do grupo político liderado pelo marido, Dr. Chico Costa. A disputa
travada entre Adelaide Costa (ARENA 1) e CARLOS
ANTÔNIO SOARES (ARENA 2) foi histórica. Era a “Rosa”, em alusão à
candidata, uma mulher de reconhecida beleza, e o “Peixe”, referência ao então
candidato Carlos Soares, que atuava no ramo de pescado. Carlos Antônio foi
eleito em 15 de novembro de 1972, tomou posse em 31 de janeiro de 1973
Mesmo não tendo logrado êxito na campanha, a “Rosa” ficou
para sempre no coração dos areia-branquenses. Uma mulher carismática, que deixa
saudades.
Adelaide deixa três filhos: Luiz Henrique Costa (ex-vereador
de Areia Branca), Roberto Costa (advogado) e Costa Júnior (engenheiro).
FONTE – LIVRO AREIA BRANCA – A TERRA E A GENTE, DE DEIFÍLO GURGEL E BLOG COSTA BRANCA NEWS
MARIA DAS DORES GADÊ NEGÓCIO, nasceu no dia 09/06/1919, no distrito de Areia Branca-RN;
filha de Cícero Romão Gadê e Fausta Fernandes de Freitas. Entre os anos de 1929
a 1930, veio morar em Mossoró, juntamente com seus pais, onde passou a estudar
no Colégio Sagrado Coração de Maria, logo após foi estudar na Escola Normal de
Mossoró e finalmente foi diplomada professora em 1936, e naquela Escola onde
conheceu seu futuro esposo, Mário Negócio de Almeida e Silva, com quem se casou
em 1937 e desse enlace nasceram os filhos Danilo de Ga-dê Negócio, Tânia de
Gadê Negócio, Denise de Gadê Negócio, Maria Mei-ve de Gadê Negócio, Mário
Negócio Filho, Cláudio de Gadê Negócio, José Nilton de Gadê Negócio, Roberto de
Gadê Negócio e Mário Heitor de Gadê Negócio. Aos 31 anos de idade, ela ficou
viúva, logo após foi morar em João Pessoa-PB. Em 1979, novamente Dorinha passou
outra perda, desta vez sua filha Denise. Dorinha Negócio, como era tratada,
faleceu no dia 08/02/2004.
FONTE – LINDOMARCOS FAUSTINO
O Radialista GEORGE
WAGNER LEITE DANTAS, natural de Areia Branca-RN nasceu no dia 17/05/1964.
Filho de José Dimas Dantas e Maria do Socorro Leite Dantas. Chegou à Mossoró
quando estava com seus oito anos de idade. Ele começou a trabalhar em rádio no
ano de 1981, sua estréia aconteceu na Rádio Difusora de Mossoró, é que antes
disso ele trabalhou fazendo locução em carro de som. Ele entrou para a equipe
da Rádio Difusora no ano de 1983, passando quase 4 anos nesta emissora. Ele
teve uma experiência muito proveitosa que foi junto ao grupo de teatro amador
do SESI de Mossoró, onde fez curso de dicção, de expressão corporal e
participou de algumas várias peças importantes, onde teve como diretores
teatrais Jasiel Figueiredo e Iremar Leite, o autor da canção ‘Santo de Barro’.
Após atuar na Difusora, ele deixou a rádio em 1986 quando foi para Curitiba e
casou; deixou Mossoró nessa época justamente devido ao casamento. Em Curitiba
ele trabalhou em outros setores diferentes da locução. Ele fazia gravações de
comerciais em estúdio para serem apresentados nas rádios. Era um trabalho ao
lado do companheiro Sidney Campos. Depois, ele recebeu proposta para retornar à
Difusora, um convite feito pelo diretor Ângelo Fernandes, onde George
permaneceu até o ano de 1987. Depois ele se afastou do rádio e passou a fazer
reportagens para o jornal Gazeta do Oeste, com Givanildo Silva no departamento
de jornalismo. Mas ficou por pouco tempo nesse trabalho. Com uma semana que
estava cumprindo pautas no jornal, foi acidentado e o trabalho foi
interrompido. Teve que fazer um tratamento muito longo em Fortaleza e esse
projeto foi mesmo arquivado. Depois recebeu o convite do radialista Caby da
Costa Lima para gravar diariamente um programa, o “Ligue se Ligue”, para a
Rádio Gazeta de Areia Branca-RN., onde permaneceu por um período de um ano,
quando foi surpreendido com a proposta para trabalhar na Rádio Resistência FM
94.1, isso em 1988, justamente quando a Rádio FM Resistência estava formando a
sua equipe de profissionais. Ele faleceu no dia 08/07/2019, no Hospital Wilson
Rosado,
FONTE – LINDOMARCOS FAUSTINO
ANTÔNIO DA GRAÇA MACHADO, natural de Areia Branca-RN, nasceu no dia 05 de janeiro de
1939. Antônio da Graça Machado; Filho de Alberto Lira Machado e Adalgiza de
Oliveira Machado. Este professor era casado com a professora Maria Lenice de
Oliveira Machado e, desse matrimônio nasceram cinco filhos.
Ele foi gerente da Rádio Rural de Mossoró, onde nesta
emissora era também redator do programa “Encontro Marcado”, “Carro de Praça
1.080”, além de outros. “Dentre os programas que produzia na Rádio Rural (então
Emissora de Educação Rural de Mossoró-ZYI-28) nos seus primórdios, Antônio da
Graça Machado escrevia um chamado “Você tem a Palavra”, horário de 11 horas e
voltava-se para a crítica dos problemas cotidianos. Como Machado não possuía à
época qualquer pratica em datilografia, ele escrevia o texto manualmente, com
uma caligrafia magistral e, no horário devido, Emery Costa e ele, lado a lado,
faziam a interpretação (a leitura). Num determinado dia, ele relatou um
episódio, fez o comentário crítico e, ao final, colocou a expressão latina “Ó
têmpora, Ó moris”, (traduzindo “Ó tempos, ó costumes”). O danado é que caiu pra
cima de Emery Costa anunciar a dita expressão e, não tendo visto o texto antes,
visualizou, balançou para um lado para o outro, e tascou mesmo depois do
saudoso Professor Antônio da Graça Machado ter balbuciado a tal pronúncia e
Emery Costa ter permanecido na mesma: “Ó tempora e... tudo mais...”. Neste hora
o professor deu uma sonora gargalhada de microfone aberto, com aquele seu
característico vozeirão e assim, nesse dia, o programa ficou impossibilitado de
continuar. Lá se vão 38 anos.”
Ele foi seminarista em Mossoró, pois quando falta pouco tempo
para ser ordenado desistiu do sacerdócio. Antônio da Graça Machado foi
assassinado no dia 04 de julho de 1982. Depois vieram as homenagens durante a
gestão do Prefeito Dix-huit Rosado e da Prefeita Rosalba Ciarlini Rosado;
primeiro foi construída a Escola Municipal Professor Antônio da Graça Machado,
inaugurado no dia 31 de maio de 1984; depois foi construída uma praça, que
recebeu seu nome, situada no bairro Abolição IV, inaugurado no dia 28 de
setembro de 1992.
FONTE –
LINDOMARCOS FAUSTINO
CARLEÔNCIO SOARES NOGUEIRA, nasceu na cidade de Areia
Branca-RN, no dia 25 de janeiro de 1952; filho de Francisco de Sales Nogueira e
Luzia Soares Nogueira. Ele estudou no Centro de Educação Jerônimo Rosado, em
Mossoró, logo após passou a estudar na antiga Escola Superior de Agricultura de
Mossoró – ESAM, onde se formou em Agronomia. Mais tarde ele foi professor no
Centro Integrada Professor Eliseu Viana e no Centro Supletivo Professor Alfredo
Simonetti, além de outras. Era casado e deixou filhos. Faleceu no dia
06/02/2013, na cidade de Baraúna-RN e foi sepultado no Cemitério Novo Tempo, em
Mossoró. Em sua homenagem existe uma rua com seu nome, situada no loteamento
Portal de Mossoró, bairro Rincão, pela Lei Nº 3.849, de 28/12/2020.
FONTE – LIDOMARCOS FAUSTINO
O Padre LUIZ SOARES DE LIMA, natural de Areia Branca-RN, nasceu no dia 05 de dezembro de
1926, na cidade de Areia Branca – RN, filho de Antônio Soares de Lima e dona
Adelai de Sousa Soares. Sua ordenação foi realizada por Dom João Batista
Portocarrero Costa, no dia 24 de setembro de 1949, na Paróquia de Nossa Senhora
da Conceição, em Areia Branca-RN; sua primeira missa foi celebrada no dia 25 de
setembro de 1949, em sua terra natal. Ele era professor e aposentado pela
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele deixou a batina ainda na década de
60 e contraiu núpcias com a professora Iracy Girão Soares de Lima e desse enlace
nasceram duas filhas: Jaqueline Girão de Lima e Ana Luce Girão Soares de Lima.
O professor Luiz Soares de Lima faleceu no dia 03 de dezembro de 2010, na
cidade do Rio de Janeiro, aos 85 anos de idade.
FONTE – LINDOMARCOS FAUSTINO
DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE AREIA BRANCA Instituído pela Lei Nº 952, de 17 de outubro de 2002 Alterada pela Lei Nº 1.111, de 18...